Prótese de silicone e amamentação: desvende os principais mitos sobre esse assunto

Cada vez mais, mulheres jovens e empoderadas decidem aumentar os seios. Porém, elas muitas vezes se deparam com mitos sobre a prótese de silicone e amamentação, o que gera uma certa preocupação.

Afinal, o silicone impede a amamentação? Ele tem contato com o leite do bebê? Pode haver algum tipo de contaminação? O leite será produzido normalmente?

Se você também tem essas e outras dúvidas, continue a leitura. Neste post, vamos desvendar os mitos sobre prótese de silicone e amamentação.

Quais são os principais mitos sobre a prótese de silicone e amamentação?

1. O silicone “contamina” o leite materno

Talvez este seja o mito que mais preocupa as futuras mamães. Afinal, elas querem proporcionar o melhor alimento, o mais saudável, para seus bebês.

Porém, esse é um mito sem fundamento. Em primeiro lugar, porque o silicone não “contamina” nenhum tecido do organismo, e nem o leite produzido.

O silicone usado nos implantes mamários é completamente diferente do silicone industrial.


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Ele é feito com um elastômero  altamente tecnológico, biocompatível e que não libera resíduos para o organismo. Portanto, esse risco não existe.

Além disso, o médico coloca o silicone por trás da glândula mamária. Em outros casos, ele fica até mesmo atrás do músculo.

Assim, tanto no processo de produção do leite quanto no caminho que ele faz para chegar ao mamilo, onde o bebê mama, não existe nenhum contato com a prótese.

Para outras mulheres, o mito é que a cirurgia para colocar silicone corta os ductos que levam o leite até o mamilo. Assim, o alimento não chegaria ao bebê.

Embora isso possa acontecer em alguns casos, é muito difícil que uma mulher jovem passe por essa situação.

O procedimento para colocar silicone só corta os ductos mamários quando a prótese é colocada por meio da aréola.

Ou seja, o médico faz a incisão em volta da aréola e abre espaço para que a prótese possa ser colocada atrás da glândula mamária, com uma técnica chamada de incisão periareolar. Nesse processo, alguns ductos são cortados. 

Porém, esse problema afeta poucas mulheres porque essa incisão é pouco utilizada. Especialmente quando a paciente é jovem e ainda tem muito tempo para ter filhos e amamentar, o médico prefere a incisão inframamária.

2. O silicone cai após a amamentação

Um fato sobre o qual temos certeza é de que o silicone não cai. Depois da cicatrização, ele se fixa na região peitoral e não sofre a ação da gravidade.

Porém, por cima do silicone existem outros tecidos da mama. Entre eles, a própria glândula mamária, o estroma (tecido de volume e sustentação) e a pele.

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Dentre esses tecidos, a pele tende a se tornar flácida com o tempo. Afinal, o colágeno se degrada e, com a idade, o organismo perde a capacidade de repor esse colágeno rapidamente.

Como se isso não bastasse, durante a gravidez e a amamentação os seios aumentam de tamanho. Então, a pele precisa se esticar para acomodar todo esse volume, o que é ainda pior quando a gestante aumenta seu peso.

Depois da amamentação, os seios voltam ao tamanho normal. Porém, a pele esticada não retorna à sua extensão original. Ela continua estendida.

É essa sobra de pele que causa a flacidez das mamas. Portanto, mesmo que a queda dos seios ocorra, isso não se relaciona com a prótese de silicone.

O que é verdade sobre prótese de silicone e amamentação?

Agora que você já conhece os principais mitos sobre a amamentação com prótese de silicone, vamos descobrir o que é verdade?

A mulher com silicone amamenta normalmente

O seio e a glândula mamária da mulher com silicone funcionam normalmente. Portanto, ela produz leite e consegue amamentar, com ou sem a prótese.

Inclusive, nem mesmo a posição para amamentar muda. Afinal, o importante é que a mulher e o bebê sintam-se confortáveis.

Falta de leite não está relacionada à prótese de silicone  e amamentação

Existem mulheres que não produzem leite, independentemente de terem silicone ou não. Essa é uma condição chamada de hipogalactia.

Portanto, a hipogalactia pode acontecer com mulheres que não desenvolvem tecido mamário. Nesse caso, a causa do problema é genética.

A questão é que as mulheres que não desenvolveram o tecido mamário têm os seios muito pequenos. Então, elas colocam silicone.

Depois de algum tempo, quando têm o bebê, elas não produzem leite. Infelizmente, elas acreditam que é por causa do silicone, mas o verdadeiro motivo é a falta de tecido mamário.

Outros problemas também causam a hipogalactia, como alterações na glândula tireoide ou diabetes materno, entre outros.

Outras cirurgias podem causar dificuldades na produção de leite

Para colocar a prótese de silicone, o médico não precisa mexer na glândula mamária e nem nos ductos. Afinal, ele faz a incisão e insere o silicone por trás do tecido glandular.

Porém, outras cirurgias na mama não acontecem assim. Alguns exemplos são a mastopexia, feita para levantar seios caídos, ou a mamoplastia redutora.

Nesses casos, o médico precisa cortar em volta da aréola, além de fazer uma incisão vertical descendente. Ele retira tecidos da mama, o que pode incluir gordura, pele e glândula mamária.

Portanto, como você pode ver, é uma cirurgia muito mais complexa, que retira tecidos diferentes e interrompe, sim, ductos mamários.

Nesses casos, é possível que a mulher tenha dificuldades para produzir leite e também interrupção de ductos.

Você não pode colocar silicone amamentando

Finalmente, a mulher realmente não pode colocar silicone enquanto está amamentando.

Em primeiro lugar, é inviável conciliar a recuperação da cirurgia com a amamentação. Quem já amamentou sabe que o bebê suga com força, seria doloroso e os tecidos da mama precisam de um tempo para a cicatrização.

Além disso, durante a amamentação a mama está com tamanho e forma alterados. Colocar silicone nesse momento levará a um equívoco relacionado ao tamanho e até mesmo ao tipo de cirurgia.

Depois que a mulher para de amamentar, precisa esperar entre 3 a 6 meses para que a mama volte ao tamanho normal e tenha os hormônios estabilizados.

Só então o médico saberá qual é o tamanho ideal para a prótese de silicone ou se a mulher precisa, além do silicone, de realizar uma mastopexia para corrigir flacidez retirando o excesso de pele.

Agora você já desvendou os mitos referentes à prótese de silicone e amamentação. Gostou do post? Compartilhe com suas amigas que também querem aumentar os seios e têm essas preocupações.

 

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