Prótese de silicone: garantias de segurança

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O Brasil tornou-se referência na realização de mamoplastias de aumento.  Como essa cirurgia se tornou a campeã no número de procedimentos no mundo, é natural que as autoridades de saúde estejam interessadas em garantir a segurança da prótese de silicone.

Por isso, neste post nós vamos contar por que você pode ter certeza de que as próteses que chegam ao centro cirúrgico são realmente seguras. Então, continue a leitura e tire suas dúvidas.

1. Processo de testes realizado pelo Inmetro

Para conseguir a aprovação da Anvisa, primeiro a prótese de silicone passa por uma série de testes realizados pelo Inmetro. Então, para chegar ao mercado é necessário que o implante seja:

  • resistente, capaz de não se romper em condições normais de uso;
  • feito com o material estabelecido;
  • completamente isento de substâncias tóxicas (cádmio, chumbo ou mercúrio).

Nesse ponto, vale a pena falarmos um pouco sobre o material de que é feita a prótese de silicone. Ela é composta pelas melhores substâncias possíveis para essa finalidade: o gel de alta coesão e o elastômero de silicone.

Essas substâncias, além de não serem tóxicas, têm a resistência necessária para garantir toda segurança à paciente. Elas são completamente diferentes do silicone industrial.

Como é feita a fiscalização do Inmetro?

Existem duas formas diferentes de o Inmetro avaliar a qualidade da prótese de silicone.

No primeiro modelo, um laboratório credenciado pelo Inmetro é responsável pela fiscalização. Dessa forma, ele visita a fábrica e avalia o processo de produção.

Além disso, o laboratório coleta próteses tanto na fábrica quanto no comércio. Assim, ele usa essas amostras para realizar aqueles testes de resistência e composição

Já no segundo modelo, o laboratório não vai até à fábrica. Porém, o fornecedor precisa enviar amostras de cada lote, que serão igualmente testados pelos especialistas.

2. Necessidade de aprovação pela Anvisa

Cada país tem suas próprias regras para a comercialização de produtos que podem afetar a saúde da população, como alimentos, remédios e equipamentos, por exemplo.  A prótese de silicone também está nessa categoria.

No Brasil, quem faz esse papel é a Anvisa. Por isso, desde 2012 essa agência criou uma norma que estabelece requisitos para a qualidade das próteses. Então, para fabricá-las, o fornecedor precisa se adequar a essas regras.

A Anvisa só autoriza a comercialização dos produtos aprovados nos testes do Inmetro. Assim, os implantes seguros recebem uma certificação.

3. Obrigatoriedade da certificação para comercialização da prótese de silicone

Finalmente, outra prova de que a prótese de silicone é segura é sua própria comercialização. No Brasil, as clínicas são impedidas de oferecer esse tipo de produto sem o certificado da Anvisa.

Portanto, imagine a seguinte situação: se hoje a Anvisa suspender uma marca ou modelo de prótese de silicone, seja temporariamente ou definitivamente. Imediatamente a comercialização dela é interrompida.

Dessa forma, você pode ter certeza de que o produto que chegou às suas mãos tem sua qualidade e segurança garantidas.

E agora, entendeu quais são as garantias que a paciente tem de que a prótese de silicone é segura? Ainda ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe sua pergunta nos comentários e teremos um grande prazer em respondê-la!

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2 respostas para “Prótese de silicone: garantias de segurança”

    1. Oi, Alana. Em casos de contratura capsular algumas marcas de prótese garantem a troca. No caso das marcas que a Silicone Center trabalha a garantia é de 1 ano. Quanto ao valor da cirurgia, ele é reduzido, mas ainda sim existe um custo.

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