Retirada da mama acessória: você sabe como essa cirurgia é feita?

Você já ouviu a respeito da cirurgia para retirada da mama acessória? Realmente, essa não é uma condição muito comum e, por isso, a maioria de nós desconhece a existência desse problema.

Porém, existem pessoas que possuem a mama acessória e não sabem. Por isso, é importante aprender a reconhecer sinais dessa condição e saber que é possível solucioná-la.

Ficou curiosa para saber mais? Então, continue conosco neste post e descubra tudo sobre a cirurgia de mama acessória!

O que são mamas acessórias?

Quantos seios uma mulher tem? Na maioria das vezes, a resposta correta é dois, mesmo.

Porém, algumas pessoas desenvolvem mais que duas mamas, e muitas vezes nem sabem disso. Tratam-se das mamas acessórias, um problema chamado também de polimastia, mamas ectópicas ou supranumerárias.

A mama acessória acontece quando o corpo desenvolve tecido mamário fora do local que conhecemos, que é a região do tórax.

Assim, a mama acessória pode se desenvolver na região das axilas, abdômen e virilha.

Como é a retirada da mama acessória?

Para eliminar a mama acessória, a única solução é a cirurgia. Portanto, na maioria das vezes, o procedimento recomendado é semelhante à lipoaspiração.

Então, o médico faz uma incisão em uma dobra de pele próxima à mama acessória. Vamos usar a axila como exemplo.

Em seguida, ele insere a cânula no local onde está a glândula, faz movimentos de vai e vem para “quebrar” as células e realiza sua aspiração.

A diferença é que, na lipoaspiração, ele elimina o tecido adiposo (gordura). No entanto, nesse procedimento, ele aspira a glândula mamária adicional.

Porém, também existem casos mais complexos, em que a mulher tem uma mama acessória mais volumosa, além de mamilos adicionais.

Assim, o médico precisa fazer uma incisão, retirar a glândula e parte da pele que a cobre, para não deixar a região com flacidez. Além disso, ele retira o eventual mamilo acessório.

Qual é a anestesia usada para a retirada da mama acessória?

Por se tratar de um procedimento rápido, com duração entre 30 minutos e 1 hora, o médico pode aplicar a anestesia local e sedação.

Assim, a paciente dorme durante o procedimento, mas consegue se recuperar mais rápido.

Após a cirurgia, as pacientes ficam em observação por um período variável, que pode durar entre 6 a 12 horas.

Como saber se eu tenho mamas acessórias?

Realmente, muitas pessoas têm mamas acessórias e nem desconfiam. Às vezes, elas acreditam que o volume na axila, por exemplo, é só gordura localizada.

O único profissional que realmente consegue diagnosticar esta condição é o médico.

No entanto, é importante você conhecer alguns sinais de uma possível polimastia para buscar ajuda caso perceba um deles:

Você pode ter polimastia se:

  • apresenta um volume adicional, que se parece com gordura localizada, na região das axilas, ou no abdômen e na virilha;
  • essa massa pode aparecer de um único lado ou dos dois lados;
  • nas mulheres, esse volume incha em alguns períodos do mês, especialmente no período pré-menstrual, quando os seios também aumentam seu volume;
  • pode haver vazamento de leite neste volume quando a mulher está no final da gravidez ou amamentando.

Para alguns pacientes, o diagnóstico de polimastia realmente é uma grande surpresa.

Afinal, eles chegam ao consultório achando que é gordura localizada. No entanto, descobrem que se trata de uma mama acessória.


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Se você acha a possibilidade de descobrir uma mama ectópica meio assustadora, conheça as principais perguntas e respostas sobre essa condição no próximo tópico.

Perguntas e respostas sobre a mama acessória

O que causa a polimastia?

Trata-se de uma anormalidade no desenvolvimento. Todos nós desenvolvemos várias mamas enquanto somos embriões.

Afinal, somos mamíferos. Temos mamas distribuídas em toda uma linha láctea. Você pode ver essa linha claramente em animais como gatos, cachorros…

Porém, no ser humano, a maioria dessas mamas são desativadas, atrofiam. Permanecem apenas os dois brotos mamários do tórax.

Quem tem mamas acessórias não desativou todas as outras mamas. Algumas permaneceram e formaram esse tecido mamário.

A polimastia é uma doença?

Não, ela não é considerada uma doença, e sim uma condição. Ainda assim, os médicos recomendam retirá-la com bastante frequência.

Por que retirar a mama acessória?

Além do volume indesejado, a mama acessória pode incomodar, especialmente nas mulheres.

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Afinal, por se tratar de um tecido mamário que se altera devido às variações hormonais, ele incha durante o ciclo menstrual, deixa a região dolorida, aumenta de tamanho na gravidez.

Durante amamentação, o tecido da mama acessória também pode produzir leite. Como a criança não mamará ali, pode ocorrer uma inflamação (mastite).

Além disso, a glândula presente na mama acessória pode desenvolver câncer, assim como os seios. Portanto, eliminá-la é uma forma de prevenir o problema.

As mamas acessórias sempre têm mamilos?

Não, elas podem ser completas (com mamilos) ou parciais (sem mamilos).

Também existem casos em que só o mamilo se desenvolve e não existe uma massa formada por glândula mamária abaixo dele.

Em algumas pessoas, o mamilo acessório tem a mesma aparência de uma pinta ou verruga. Portanto, ele não causa incômodo.

Como diagnosticar a polimastia?

Além da avaliação clínica, realizada pelo médico em consultório, existem exames que mostram se naquele local existe tecido mamário.

Um desses exames é o ultrassom. Afinal, ele revela toda a estrutura dos tecidos em uma determinada região do corpo, incluindo células mamárias.

Além da ultrassonografia, o médico pode solicitar ressonância magnética ou mamografia.

Se você desconfia que pode ter polimastia, procure um mastologista ou ginecologista.

No entanto, muitas pessoas descobrem a condição no consultório de cirurgia plástica, pois procuram este médico para fazer uma lipo e acabar com a “gordura localizada”.

Existe remédio para a polimastia?

Não, pois ela não é uma doença, e sim um tecido do corpo. A única forma de eliminá-la é por meio da cirurgia.

Sou obrigada a retirar a mama acessória?

Não é obrigada, mas geralmente é recomendado. Afinal, após o diagnóstico, o médico avalia junto ao paciente como esta glândula se comporta e que impactos ela traz para a vida.

No entanto, devido às questões que já mencionamos (inchaço, dores, possibilidade de desenvolvimento de câncer), muitos pacientes optam pela retirada.

Agora você já sabe como é a retirada da mama acessória e por que essa cirurgia costuma ser indicada. Ficou com alguma dúvida? Deixe sua pergunta nos comentários e nossa equipe responderá!

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