Anatomia da mama feminina: quais são os tecidos que compõem o seu seio?

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Aqui no blog, nós já explicamos algumas vezes do que é feita a prótese de silicone. Mas e quanto ao seio natural? Você conhece a anatomia da mama feminina?

Se você também ficou curiosa e quer saber, afinal, qual é a composição dos seus seios, continue a leitura! Neste post, reunimos tudo que você precisa saber sobre a anatomia da mama feminina. Confira!

Anatomia da mama feminina: estruturas internas

Ao olhar para o seio de uma mulher, nós vemos o formato, a pele e algumas estruturas externas evidentes, como os mamilos (bico do peito) e as aréolas (faixa circular em volta dos mamilos).

Porém, ali dentro daquela mama existem tecidos muito diferentes. Aliás, a razão de a mama existir sequer é visível externamente.

No entanto, vamos explicar que partes são essas e qual é a importância de cada uma delas. Veja!

1. Glândula mamária e a anatomia da mama

A verdadeira razão para a mama existir é a glândula mamária. Afinal, como somos animais mamíferos, a alimentação que o bebê recebe a partir desse órgão é fundamental para que a espécie sobreviva.


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Mas como é uma glândula mamária?

A glândula mamária também é composta por estruturas ainda menores. Veja quais são elas:

Lobos

As glândulas mamárias são formadas por lobos. Esses lobos são pequenas estruturas parecidas com uma pequena bexiga ou uma amora. A função dos lobos é produzir leite.

Existem centenas de lobos em cada mama. Eles se organizam de forma circular em torno do centro da glândula mamária.

Os lobos ficam em volta do centro da glândula mamária como se fossem as pétalas de uma flor. Existem centenas de lobos em cada mama.

Lóbulos

Porém, os lobos também são divididos em estruturas menores, que são os lóbulos. Eles se parecem com pequenos sacos ou alvéolos.

Sempre que os hormônios determinam que chegou a hora de o corpo da mulher produzir leite, as células que ficam dentro dos alvéolos secretam esse alimento.

Dutos ou ductos

Porém, não basta os lobos produzirem o leite. Afinal, se eles ficarem lá dentro da glândula, o bebê não terá acesso ao alimento.

Portanto, a mama também tem dutos ou ductos. Eles se parecem com canos ou mangueiras e saem dos lobos levando o leite até os mamilos.

Lembra que nós falamos que existem centenas de lobos na mama? Então, também existem centenas de ductos.

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Porém, quando vários ductos mais finos se encontram, eles se juntam formando os ductos calibrosos. Já os ductos calibrosos se juntam formando os ductos lactíferos.

Cada seio tem cerca de 15 a 20 ductos lactíferos, que levam o leite até a papila mamária, ou seja, até o mamilo, que é o ponto em que ele chega à superfície.

Ampolas ou seios lactíferos

Durante o período em que amamenta, a mulher produz leite continuamente. Porém, o bebê não mama o tempo inteiro.

Portanto, a mama precisa armazenar o leite que é produzido até o momento em que o bebê vai mamar. Para isso, os ductos levam o leite até uma parte que fica logo atrás da aréola, onde ele fica “estocado”.

Nessa parte, logo atrás da aréola, o ducto lactífero fica alargado, permitindo o armazenamento.

Quando uma mulher amamenta, ela percebe claramente quando essas partes largas, chamadas de seios lactíferos ou de ampolas, ficam cheias.

Afinal, assim que ela termina de amamentar, os seios ficam em um tamanho menor e menos consistentes, já que estão “vazios”.

Porém, quando vai chegando a hora de o bebê mamar novamente, esses seios lactíferos vão se enchendo, deixando a mama mais volumosa e levemente endurecida.

2. Gordura e a anatomia da mama

A gordura está presente em muitas regiões do corpo, e na mama isso não é diferente.

Parte do volume dos seios vem desse tecido adiposo ou celuloadiposo, que está presente não só nesta parte da frente dos seios, que nós conseguimos ver e pegar.

A gordura também envolve os lobos da mama. Portanto, ela preenche os espaços entre um lobo e outro.

Essas células de gordura tendem a aumentar ao longo dos anos.

Assim, durante o começo da vida e as primeiras fases do desenvolvimento, é natural que uma mulher tenha um seio com menos gordura e mais tecido glandular.

Porém, a partir dos 30 anos, o tecido glandular começa a diminuir, cedendo espaço à gordura.

Então, a mama fica com uma consistência cada vez menos firme. É por isso que, antes dos 35 anos, é mais difícil identificar um tumor por meio da mamografia.

Até cerca de 25 anos, as células do tecido glandular são maiores e ficam bem juntas, deixando a mama densa. Portanto, não dá para enxergar um nódulo.

Já a partir dos 35 anos, as células glandulares diminuem de volume. O espaço entre elas fica maior e é preenchido pela gordura.

Então, a partir desse momento, fica mais fácil identificar um nódulo durante a realização do exame.

3. Estroma e a anatomia da mama

O tecido celuloadiposo, como nós vimos, é menos denso que o tecido glandular. Portanto, ele é mais mole.

Para ajudar na sustentação da mama, o nosso corpo tem um outro tipo de tecido, que é o estroma.

O estroma é um tecido conjuntivo, que tem uma substância viscosa, fibras e células.

Com essa combinação perfeita, o estroma “segura” a mama, inclusive com alguns ligamentos que, como se fossem cordas elásticas, prendem a mama ao músculo e à pele, como se fossem suspensórios internos.

Apenas para deixar a explicação mais simples, pense no estroma como uma rede de fibras, gelatina e células que ajudam a sustentar e modelar os seios.

Esses ligamentos são ainda mais presentes na parte superior da mama. Assim eles evitam que ela fique caída.

4. Sistema circulatório e linfático

Além desses tecidos, todas as células do organismo precisam de oxigênio, nutrientes e de um sistema para eliminar o lixo que produzem.

Isso também acontece com a mama, e por isso ela tem toda uma rede de vasos sanguíneos e vasos linfáticos.

Anatomia da mama feminina: estruturas externas

Como as estruturas externas são mais conhecidas, não precisamos explicá-las tão detalhadamente.

Mamilos

Bem no centro da aréola, nós temos os mamilos. Eles são pequenos e tendem a medir cerca de 0,7 cm de diâmetro.

É por meio dos mamilos que o bebê consegue obter o leite. O estímulo da sucção abre os ductos, permitindo a saída desse alimento.

Aréola

A aréola é o círculo de cor mais escura em torno dos mamilos. No entanto, poucas pessoas sabem que ela não é apenas decorativa.

Ela tem estruturas iguais às do restante da pele, incluindo glândulas de suor, glândulas sebáceas e até mesmo folículos pilosos, que formam pelos.

São as glândulas sebáceas que, durante a gestação, produzem e secretam um líquido oleoso.

Assim, esse líquido tem a função de lubrificar a própria aréola e o mamilo, para que eles sofram menos com as rachaduras que a sucção do bebê provoca nesta região.

Portanto, sem as aréolas e suas glândulas sebáceas, as terríveis rachaduras seriam ainda piores!

Pele

Finalmente, o seio é coberto pela pele. Portanto, além de proteger as mamas contra a entrada de bactérias e outros microorganismos, ela ainda proporciona sustentação devido a fibras como colágeno e elastina.

E você, imaginava que sua mama tinha tantas estruturas e células diferentes? Conhecia a função de cada uma?

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Idealizada por médicos especialistas em cirurgia plástica, o Silicone Center é uma Clínica de Cirurgia Plástica que facilita o acesso à mamoplastia de aumento e abre portas para que um maior número de mulheres possa se sentir bem com o próprio corpo.
Responsável Técnico: Dr Wagner Montenegro | CRM 51.769

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