Candidíase mamária: aprenda a evitar, identificar e tratar este problema

Quando falamos em doenças ginecológicas, dificilmente pensamos em um problema que afeta os seios. Porém, é exatamente isso que acontece com a candidíase mamária.

Porém, este problema é mais comum do que você imagina e pode fazer parte da vida de muitas mulheres, especialmente durante a amamentação.

Se você nunca ouviu a respeito desta infecção ou quer saber mais sobre ela, continue neste post.

Você vai descobrir o que é a candidíase mamária, como evitá-la, quais os sintomas e opções de tratamento.

O que é a candidíase?

A candidíase é uma infecção por fungos, relativamente conhecida por grande parte das mulheres.

Porém, a maioria conhece a candidíase devido à sua manifestação na região genital, onde ela causa sintomas como coceira, vermelhidão, placas esbranquiçadas e corrimento, entre outros.

No entanto, o que muitas não sabem é que a candidíase pode acontecer em outras regiões do corpo, como cavidade oral (boca),  pele, intestinos e sangue.

Quando se desenvolve nos seios, ela recebe o nome de candidíase mamária.

Por que uma mulher desenvolve a candidíase mamária?

Em grande parte das vezes, a mulher não pega candidíase, ela desenvolve o problema.

Afinal, esta doença é causada pelo fungo Candida albicans, que vive normalmente em nosso organismo.

Assim, de forma natural, o fungo vive em nossa pele e o organismo, através de seu sistema de defesa, controla a população de fungos, para que ela não cresça de maneira exagerada.

Portanto, o problema acontece quando a mulher tem uma queda significativa em sua imunidade. Neste caso, a população de fungos cresce além do normal, causando sintomas desagradáveis.

A candidíase mamária pode atingir os mamilos, as aréolas e até mesmo os ductos lactíferos / mamários.

Em que situações a mulher desenvolve esta candidíase?

A candidíase mamária é mais frequente durante o período de amamentação. Assim, ela torna esse processo mais incômodo e doloroso.

Além da queda da imunidade, a candidíase pode ser transmitida do bebê para a mãe.

Isso acontece quando a criança tem a candidíase oral (sapinho) e, devido ao contato da boca com os mamilos e aréolas, a mãe desenvolve a infecção.

É importante destacar que nem sempre a criança com candidíase oral apresenta os sintomas clássicos, como as placas brancas na boca.

Portanto, a mãe nem imagina que aquele contato está promovendo uma infecção em seus seios.

Quais são os sintomas de candidíase mamária?

Os sintomas de candidíase mamária são diversos. Eles incluem, a princípio, sensação de dor e vermelhidão no mamilo.

Porém, a situação pode se tornar ainda mais desconfortável e incluir:

  • dor em fisgadas durante ou após o ato de amamentar;
  • coceira;
  • feridas de difícil cicatrização;
  • sensação de queimação, mesmo fora dos horários de mamada do bebê;
  • pele mais sensível ou mais brilhante nos mamilos e aréolas;
  • fissuras mamilares;
  • descamação da pele;
  • descoloração da aréola e mamilo.

Portanto, caso você tenha esses sintomas durante a amamentação ou conheça alguma amiga que sofre com esse problema, avise-a!

Para o bebê, a candidíase mamária também pode ter consequências, incluindo a dificuldade para ganhar peso ou até mesmo a possibilidade de perdê-lo.


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Isso acontece porque, devido ao desconforto durante a mamada, a criança às vezes não consegue manter a sucção.

Assim, ela passa a consumir menos leite, o que prejudica seu desenvolvimento normal e mostra a necessidade de detectar.

Por todas essas razões, é fundamental tratar o problema rapidamente.

É possível prevenir a candidíase?

Por se tratar de um problema causado, a princípio, por uma queda na imunidade, a melhor forma de preveni-la é mantendo hábitos saudáveis.

Um conjunto de atitudes que envolvem alimentação, sono, prática de exercícios, abster-se de produtos que prejudicam nossas defesas torna o corpo mais preparado para controlar a quantidade de fungos.

Apenas como exemplo, podemos citar açúcares e carboidratos, que favorecem o aumento dos fungos e devem ser restritos.

Já os alimentos probióticos ajudam a regular as populações de bactérias e fungos que existem em nosso organismo. Por isso, eles devem ser consumidos.

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Porém, além desses cuidados gerais com a saúde da mulher pequenas atitudes podem ajudar a prevenir o surgimento da candidíase mamária.

É importante entender que os fungos se desenvolvem melhor em ambientes úmidos e abafados.

Por isso, a mulher deve evitar usar conchas de silicone e absorventes de mamilos, que tampam o bico do seio, aumentando a temperatura e a umidade da região.

Outra recomendação que vale não só para lactantes, mas para todas as mulheres, é dar preferência ao sutiã de algodão.

Materiais naturais deixam a pele respirar. Desta forma, eles evitam a proliferação de fungos.

Como tratar a candidíase mamária?

Depois do diagnóstico e confirmação de que se trata de candidíase mamária, o tratamento deve ser orientado pelo mastologista ou dermatologista.

Este tratamento envolve tanto o uso de medicamentos apropriados quanto algumas atitudes que dificultam a proliferação dos fungos.

Então, veja quais são essas opções:

Medicamentos para candidíase mamária

Na maioria das vezes, o médico prescreve remédios que combatem os fungos. Assim, ele controla essa população e, automaticamente, reduz os sintomas.

Por vezes, o remédio utilizado é uma pomada. Outras vezes, o médico entende que a melhor prescrição é o comprimido. Tudo depende das necessidades da paciente.

Tratamento simultâneo do bebê

Durante o tratamento, a mulher não precisa parar de amamentar. Porém, ela deve se comunicar imediatamente com o pediatra do bebê.

A maioria dos médicos recomenda o tratamento conjunto da mãe e da criança, pois é pouco provável que os dois não tenham a infecção.

Assim, se a mãe tiver a candidíase diagnosticada, é preciso tratar o bebê.

Por outro lado, se o bebê tiver placas brancas na boca ou no bumbum, mesmo que a mãe não apresente nenhum sintoma, é preciso tratá-la também.

Higienização da mama e acessórios

Quando a mulher recebe o diagnóstico de candidíase mamária, ela precisa redobrar seus cuidados com a higiene das mamas e acessórios.

Então, é preciso lavar com frequência ainda maior os sutiãs, por exemplo, dando preferência aos materiais naturais e respiráveis.

Além disso, a própria chupeta da criança, caso ela utilize esse objeto, precisa ser higienizada com maior frequência. Desta forma, a mamãe evita a reinfecção do bebê.

Recursos adicionais

Para alguns casos, os médicos recomendam o uso de laser de baixa potência (terapia fotodinâmica-PDT).

No entanto, embora potencialize os resultados do tratamento com medicamentos, ele não deve ser usado de forma isolada.

Lembramos sempre que é fundamental buscar o médico para um diagnóstico correto. Afinal, os sintomas podem se confundir com os de outras inflamações na mama, como a mastite, por exemplo.

Agora você já sabe o que é candidíase mamária, como preveni-la, identificá-la e tratá-la.

Então, que tal compartilhar este post com as suas amigas que são mamães ou futuras-mamães? Pode ser útil para elas, também!

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